Japão eleva ao máximo nível do desastre nuclear em Fukushima

Publicado: 2011/04/07 em Uncategorized
Policiais inspecionam homem em Minamisoma, a cerca de 20km da usina de Fukushima (Foto: AP)
A Agência de Segurança Nuclear do Japão elevou, nesta terça-feira (12), o nível do desastre nuclear na central atômica de Fukushima Daiichi de 5 ao máximo 7, e confirmou que a usina lançou uma quantidade enorme de substâncias radioativas na atmosfera durante um período após os desastres naturais que atingiram o país em 11 de março, deixando mais de 13 mil mortos.Com a nova avaliação dos japoneses, o acidente em Fukushima se igualaria ao de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.De acordo com a agência, o índice reflete a gravidade inicial do acidente e não o momento atual. Segundo o governo japonês, caíram drasticamente os níveis de radiação no complexo. O Japão admite ainda que se esforça para recuperar o controle total do complexo. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou, em Viena, Áustria, o alerta da Agência de Segurança Nuclear do Japão sobre a gravidade do acidente em Fukushima.Por meio de comunicado, informou que o nível do desastre atingiu qualificação máxima: 7, na Escala Internacional Nuclear (INES).Anteriormente, a agência de notícias local Kyodo informou que a Comissão de Segurança Nuclear do governo estimou que a quantidade de material radioativo que vazou dos reatores de Fukushima chegou ao máximo de 10.000 terabequerels por hora em um determinado ponto por diversas horas, o que classificaria o incidente como um grande acidente, de acordo com a escala internacional de intensidade Ines. O Japão já tinha classificado o acidente nos reatores operados pela Tokyo Electric Power Co (Tepco), cujos engenheiros ainda tentam estabilizar a usina, como nível 5, o mesmo estabelecido no acidente de 1979 em Three Mile Island, nos Estados Unidos.Em 11 de março, um terremoto de magnitude 9 seguido por um tsunami danificou os reatores do complexo nuclear Fukushima Daiichi, que desde então tem sofrido com vazamentos radioativos.(G1.com)
Níveis de radiação - Fukushima 7 (Foto: Arte/G1)
Efeitos da radiação nuclear sobre a saúde humana (Foto: Arte/G1)

Britânico mata ex-mulher e filho a machadadas usando máscara de terror.

Polícia disse que o ataque foi motivado porque o homem não conseguiu lidar com a separação (Foto: Cortesia Polícia da região de Thames Valley)

A Justiça da Grã-Bretanha condenou à prisão perpétua um homem que matou sua ex-mulher e o filho dela a machadadas, em uma sessão na qual ele usou uma máscara de terror.

Michael Kelly, 46, terá de passar pelo menos 30 anos preso pelo crime, cometido no dia 13 de dezembro do ano passado na casa onde eles haviam vivido em Banbury, perto de Oxford.

A polícia disse que o ataque foi motivado porque o homem não conseguiu lidar com a separação, um mês antes.

Segundo a polícia da região de Thames Valley, Michael e sua ex-mulher, Sally Cox, 43, haviam passado a morar juntos em fevereiro do ano passado.

Em novembro, eles se separaram e, nas palavras do detetive Peter Vigurs, que liderou a investigação, Michel Kelly ‘não conseguiu lidar com a separação’.

‘Esses assassinatos brutais foram cometidos por Kelly com um machado, enquanto ele usava uma terrível máscara de terror’, disse o inspetor.

No episódio morreram Sally Cox e seu filho, Martin Faulkner, 22.

A filha de Sally, Amy, que tinha 19 anos à época, só sobreviveu porque o irmão se colocou entre ela e o assassino.

A jovem pulou da janela de um quarto no primeiro andar da casa, escapando com ferimentos.

Uma outra garota, que não pode ser identificada por razões legais, conseguiu escapar da casa com vida.

A polícia crê que, de outra forma, Michael as teria matado também.

Kelly fugiu da cena do crime e foi preso poucas horas após a polícia encontrar os corpos.

Imagemde circuito interno mostra o momento da compra do machado usado no crime (Foto: Cortesia Polícia da região de Thames Valley )

Uma imagem obtida através de câmera de circuito interno mostra o momento em que ele compra, em uma loja, o machado usado no crime.

Durante o processo, ele admitiu as duas acusações de assassinato e outras duas de agressão física com intenção de causar dano.

Após a sentença, a família das vítimas emitiu um comunicado elogiando a decisão da Justiça, mas ressaltando que a punição não compensa a ‘perda significativa e triste’ causada por Michael.

 

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